Após um empolgante episódio piloto, eis que vem o segundo,
com expectativa bem alta. Talvez por essa alta expectativa, que acabei achando
o começo desse episódio bem fraco, mostrando alguns adolescentes sem teto sendo
atacados por duas estranhas pessoas (com a interpretação bem fraca, diga-se de
passagem) e uma cena do Bruce Wayne igualmente fraca, só para a gente lembrar
que ele existe. Essas cenas fracas podem até ter sido boas, se levar em conta
como elas mostram a diferença com o restante do episódio. A aparição do ator
Blaize Pearman (irmão da Raven, de "As Visões da Raven") como um dos
adolescentes atacados foi muito bem vinda.
Assim como no primeiro episódio, as vezes, o fator deles
quererem mostrar Gotham como uma cidade realmente corrupta fica forçada e junto
com essa investigação das crianças que durou só esse episódio, ficou uma
impressão que a série está indo rápida demais. Espero que eles consigam acertar
o rítimo nos próximos episódios.
Mas as críticas ruins ficam só por aí, de resto o episódio
foi bom. A aparição do Pinguim quase roubou o episódio, de tão bom, mas James
Gordon está conseguindo segurar a ponta como personagem principal.
Achei bem interessante a participação de Fish Mooney nesse
episódio e da forma como ela está começando a ganhar destaque.
